domingo, 13 de maio de 2012

Refazendo os exercícios 3.1, 3.2 e 3.3

Como não atingi alguns dos objetivos do exercício 3, postarei novas fotos com a mesma caixa.

Nessa etapa, ainda devíamos usar o olho mágico. 


No exercício 3.1, o aluno devia ter rotacionado sua caixa para que percebesse as diferenças de incidência de luz entre as duas posições.

Explicação da Prof. Cristina no quadro.

Caixa na posição horizontal, paralela ao piso. O chão da caixa é revestido por uma folha preta, faixas vermelhas e amarelas e, enfim, um papel celofane, que reproduz um efeito legal de reflexão. Já o teto é coberto por "ondas" em cor preta. O lado direito da caixa tem uma abertura de ponta a ponta, deixando a luz entrar.

Virando a caixa, de forma que ela ficasse em uma posição ortogonal ao piso, é possível observar que a luz entra em uma proporção maior do que na outra imagem, fazendo os detalhes da caixa aparecerem mais. O calunga foi posicionado na "parede" que aparece como fundo na imagem anterior.

Posição que a caixa estava quando foi virada. Tal posição possibilita uma foto "de cima", pois o olho mágico ficou no topo e com a lente mirada para o chão, resultando na foto anterior. 

No exercício 3.2, a abertura devia trocar de posição, a fim que percebêssemos o que isso acarretaria.

Explicação da Prof. Cristina no quadro.



Mudando a posição da abertura da direita para o fundo (parede paralela à parede em que o olhos mágico foi inserido), a abertura ficou menor e a luz mais concentrada. 

Agora, apenas o calunga 2, mostrando o efeito de luz e sombra. 

Como fiz a caixa predominantemente preta, o efeito final desse exercício ficou legal: somente a silhueta do calunga aparece na imagem, consequência da luz concentrada e da cor da caixa. 

Se compararmos a abertura inicial e a nova abertura, é possível notar que a primeira, por ser em um lado de maior comprimento, mostra mais os detalhes da caixa, visto que ela ilumina mais todas as partes. Já a segunda concentra a luz, e, por isso, não ilumida a caixa toda. A consequência na foto, no final, é que aperecem apenas as silhuetas dos calungas. 


Já no exercício 3.3, o uso de calungas de tamanhos diferentes era necessário, tarefa que não tinha realizado na primeira avaliação. Nessa outra tentativa, fiz 2 calungas de proporções bem distintas. 

Explicação da Prof. Cristina no quadro.

Calunga 1 (pequeno)


Calunga 2 (grande) 

O calunga 1, por ser menor, faz o espaço parecer ter maiores dimensões se comparado com o calunga 2, que é maior e faz o efeito contrário. 

O calunga 2 faz o espaço parecer uma casa, com pé direito baixo, enquanto o calunga 1 faz o espaço parecer algo maior, como um centro de convenções, que, normalmente, tem pé direito alto. 

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